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    Como a Rede Mulher Empreendedora fortalece ambientes seguros com o apoio do Ouvidor Digital

    Atualizado em: 28 de abril, 2026

    Ana Fontes e Jociane Sousa no estande do Ouvidor Digital no Vittude Summit

    Há encontros que marcam a trajetória de uma empresa. E há parcerias que ajudam a construí-la ao longo do tempo.

    Durante o Vittude Summit 2026, o Ouvidor Digital recebeu em seu estande Ana Fontes, CEO e fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME), para um bate-papo que sintetiza o que significa construir impacto real por meio de propósito, tecnologia e colaboração.

    Com cinco anos de parceria, o encontro foi um momento de reconhecimento de uma jornada construída em conjunto.

    Uma parceria construída sobre propósito

    A Rede Mulher Empreendedora completa 16 anos de atuação e já impactou cerca de 3 milhões de mulheres em todo o Brasil, com foco em geração de renda, empregabilidade e empreendedorismo.

    Segundo Ana Fontes, a conexão com o Ouvidor Digital vai além da tecnologia:

    “Ter um parceiro como o Ouvidor Digital, que a gente começou juntos há cinco anos, conseguindo conectar os pontos, o mesmo propósito, o mesmo objetivo. Querer criar uma sociedade mais justa, com ética e respeito.”

    Essa convergência de valores é o que sustenta a parceria. O canal de denúncias deixa de ser apenas uma ferramenta operacional e passa a ocupar um papel estratégico dentro da construção de ambientes mais seguros e inclusivos.

    “Pra nós, o Ouvidor Digital não é só uma plataforma. É um aliado no propósito de apoiar mulheres empreendedoras.”


    Canal de denúncias como base de confiança

    Um dos pontos centrais da conversa foi o papel do canal de denúncias na construção de ambientes psicologicamente seguros.

    Ana Fontes foi direta:

    “Uma empresa que não tenha um canal de denúncia onde as pessoas se sintam confortáveis, livres e seguras pra relatar qualquer questão, é uma empresa que realmente precisa fazer isso urgentemente.”

    Mais do que existir, o canal precisa ser confiável. E isso passa por dois fatores:

      1. Segurança percebida pelo colaborador
      2. Estrutura de processos bem definida

    Na prática, o canal já demonstrou impacto dentro da própria Rede:

    “A gente já teve relatos de denúncias… isso mostra que criamos um ambiente de confiança, onde as pessoas se sentem seguras para denunciar.”

    Esse ponto é relevante. A existência de denúncias não é um problema. É um indicador de confiança no sistema.


    O diferencial não está só na ferramenta

    Outro insight importante trazido na conversa foi a diferença entre ter um canal e saber operá-lo.

    Segundo Fontes, o valor está na combinação entre tecnologia e processo:

    “O canal é uma ferramenta de apoio, mas o diferencial está nos processos: quem recebe a denúncia, como ela é tratada, qual o tempo de resposta.”

    Essa visão reforça um ponto crítico no mercado: muitas empresas implementam canais de denúncia como requisito formal, mas sem estrutura de governança.

    O resultado é previsível. O canal existe, mas não funciona como deveria.

    No caso da parceria com o Ouvidor Digital, esse gap foi endereçado com suporte contínuo:

    • Conteúdos educativos
    • Orientações práticas
    • Atualizações sobre o tema
    • Apoio na estruturação dos fluxos

    “Nós aprendemos a agir durante esse processo junto com o Ouvidor Digital.”


    Cultura não se constrói sozinha

    Um dos pontos mais consistentes da entrevista foi o reforço de que cultura organizacional não acontece de forma espontânea.

    Ela precisa ser construída, comunicada e sustentada.

    Na Rede Mulher Empreendedora, isso acontece de forma ativa:

      • Reforço recorrente do canal de denúncias
      • Comunicação interna contínua

    Treinamentos e conteúdos educativos

    • Engajamento das lideranças

    “A gente sempre reforça o canal de denúncias… levamos especialistas para explicar como funciona, o que é uma denúncia e como agir.”

    Esse tipo de abordagem resolve um dos principais problemas das empresas: o desconhecimento sobre o canal.

    Sem educação, não há uso.
    Sem uso, não há prevenção.


    Diversidade, inclusão e governança são uma jornada

    Para finalizar, a CEO deixou uma mensagem direta para empresas que ainda estão no início dessa agenda:

    “Diversidade, inclusão e respeito são uma jornada. Nenhuma empresa é perfeita, mas é preciso criar processos, governança e buscar informação qualificada.”

    Esse ponto conecta diretamente com o papel do Ouvidor Digital no ecossistema de compliance.

    Não se trata apenas de disponibilizar um canal.
    Trata-se de estruturar mecanismos que sustentem:

    • Ética
    • Transparência
    • Segurança psicológica
    • Governança

    E, principalmente, garantir que as pessoas se sintam ouvidas.


    Um encontro que reforça o caminho

    A presença de Ana Fontes no estande durante o Vittude Summit simboliza mais do que uma parceria institucional.

    Representa uma construção conjunta baseada em impacto real.

    Cinco anos depois, o resultado não está apenas na tecnologia implementada, mas na capacidade de transformar ambientes, apoiar pessoas e fortalecer organizações.

    E esse é o tipo de parceria que não se mede apenas em tempo. Se mede em impacto.

    Conheça as soluções do Ouvidor Digital para a sua empresa.

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